Defesa do empregador em ações trabalhistas

Se a sua empresa recebeu uma ação trabalhista, é importante agir com rapidez e estratégia para organizar documentos, apresentar a defesa corretamente e reduzir riscos.

O que é a defesa do empregador?

A defesa do empregador é a atuação jurídica voltada a responder uma reclamação trabalhista apresentada por um ex-funcionário ou colaborador. Nessa etapa, o objetivo é analisar o que está sendo pedido, organizar provas e apresentar a versão da empresa com clareza e fundamentação. O atendimento começa com a análise inicial do caso e orientação dos próximos passos, sempre considerando a realidade do contrato e da rotina de trabalho.

Quando vale procurar orientação?

Procure orientação se:

  • sua empresa foi notificada ou recebeu citação/intimação da Justiça do Trabalho;

  • há audiência marcada e você precisa saber o que levar e como se preparar;

  • você não tem certeza se os valores pedidos estão corretos;

  • existe risco de condenação por falta de documentos, controles ou registros;

  • o ex-empregado alega horas extras, vínculo, adicional, assédio ou verbas rescisórias;

  • você quer reduzir riscos e conduzir o caso com segurança.

Se sua empresa recebeu uma ação trabalhista, entre em contato para orientação clara e estratégica. Atuação especializada em Direito do Trabalho, com atendimento online em todo o Brasil.

Dúvidas frequentes (FAQ)

Tenho pouco tempo para responder. O que fazer primeiro?

Reúna a notificação/andamento do processo e os documentos básicos (contrato, holerites, ponto e rescisão). Quanto antes houver análise, melhor para definir a estratégia.

Preciso comparecer à audiência?

Em muitos casos, sim. A empresa pode precisar comparecer por representante, e a preparação é essencial para conduzir o caso corretamente.

E se eu não tiver todos os documentos?

Ainda é possível se defender, mas a falta de registros pode aumentar riscos. A orientação ajuda a organizar o que existe e definir a melhor forma de conduzir.

Dá para fazer acordo?

Em alguns casos, sim. A decisão depende da análise de riscos e custos. A orientação jurídica ajuda a avaliar se o acordo é vantajoso e em quais condições.